terça-feira, 5 de outubro de 2010

Cara lavada

Finalmente uma imagem um bocado mais limpa aqui para o meu cantinho de discussão com o Mundo.

Agora está mais claro e mais apelativo, mas mesmo assim espero não ficar por aqui. Umas pequenas alterações e pormenores serão adicionados em breve.
Espero que vocês, as 2 ou 3 pessoas que visitam este blog ainda menos vezes que eu (o que é mais que normal) gostem da alteração.

sábado, 25 de setembro de 2010

Faz tempo...

Faz tempo que não escrevia aqui.
Faz tempo, mas nesse mesmo tempo, pouca coisa se fez.
Ou talvez muitas das coisas que se "fizeram" sejam como o TGV, que tanto vai avançar, como afinal fica parado, para depois ser iniciado novamente. Quanto a isto não me interpretem mal, porque eu bem prefiro que fique parado e parado de vez.

Faz tempo e já faz falta, falta de algo para "animar a malta".
O Verão acabou oficialmente à uns dias e já se começam a sentir os dias bem mais curtos e mais frescos. E desde o final da época balnear, sinónimo de final de férias para a vasta maioria da população, que se nota que o espirito da nação voltou a resignar-se à ideia do casa-trabalho trabalho-casa. Talvez as escapadelas de fim-de-semana, que ganharam um novo folgo com os agora famosos "packs de emoções", fossem uma boa alteranativa para todo aquele que se cansaça depressa do seu trabalho e ainda mais depressa com a ideia que tem de trabalhar (não sei porquê, mas algo me diz que este é o perfil dos senhores que gerem as papeladas e burocracias deste país).

Que muita coisa faz falta? Faz.
Mas fala-se mais do que se faz.
E se o falar, por si só fizesse alguma coisa, suspeito que muita coisa já tinha mudado, e nem sempre para o melhor.

sábado, 24 de abril de 2010

O Estado da Nação - O Caso Medeiros

É lindo ver os intelectuais/artistas deste país lutarem contra as injustiças, vê-los do lado do "simples povo" a lutar pelos direitos que deviam ser de todos. Vê-los gritar frases de Abril e de Maio, vê-los levantarem o punho cerrado pela luta pela justiça e contra a descriminações feitas pela classe governante.

Mas parece que tudo muda quando esses mesmos intelectuais e artistas tomam eles os cargos de governantes ou representantes do povo. Ou pelo menos parece ser essa a lição a tirar do caso de Inês de Medeiros, deputada pelo PS (há quem diga que a verdadeira profissão dela está escondida dentro desta). Para quem não conhece a senhora, eu também não conhecia até a ter visto nas listas do PS no ano passado; ela é a irmã de Maria de Medeiros e foi eleita deputada pela lista do PS de Lisboa. E a questão reside aqui. É que o problema é que esta senhora foi eleita por uma lista de uma cidade onde não reside e alguem me sabe dizer onde é que ela reside?

....
Almada? frio


...
Sintra? Nop


...
Santarém? Não...


E se eu vou disser que esta senhora que foi eleita pelas listas de Lisboa, reside em Paris? Tudo a ver não? Lisboa - Paris, Paris - Lisboa; mesmo ao lado uma da outra e até fazem parte do mesmo país, logo são a mesma realidade.
Pois para alem deste autentico conto de fadas à moda socialista, esta senhora tem desde o passado dia 16 viagens completamente gratuitas todas as semanas de Lisboa para Paris e vice-versa...
Ou as companhias fazem preços especiais a deputadas/artistas ou então as low costs vieram para ficar. E depois o governo questiona-se porque é que o país está de tanga....

quarta-feira, 21 de abril de 2010

A Nuvem

A erupção na Islândia fez-me pensar em algo, algo que poderá não estar tão longe quanto pensamos.
Se toda esta confusão se formou "apenas" pelo atraso e cancelamento de tráfego aéreo, imaginem se em vez de apenas aviões, isto acontecesse para qualquer transporte que funcione com combustíveis à base de petróleo.

Ninguem agoira nada de bom para quando isto acontecer, é que ao contrário do que se passa neste momento, não serão apenas os transportes de passageiros que serão afectados, mas também o transporte de mercadorias, entre elas as, bens essenciais, sem os quais passaremos mal.
Para aqueles que dizem que seria a partir daí que Portugal voltaria a uma politica de agricultura mais bem implementada, tenho apenas uma palavra :ERRO!
Nem durante o Estado Novo, com a politica salazarista de "Alentejo a seara de Portugal" fomos capazes de produzir a quantidade necessária de alimento para satisfazer as necessidades do nosso povo, que entretanto aumentou.

Para aqueles que dizem que hoje em dia existem meios de produção mais rápidos e produtivos, duas palavras para eles: Não Creio.
Pois grande parte, para não dizer a totalidade, desses meios são possíveis através de produtos que não existem no nosso país e se é preciso importá-los, quando os meios actuais para tal não funcionam, então também essa estratégia cairá por terra.

Se isto acontecer, e eu acho que é totalmente possível, eu digo: Será um pouco como o fim do mundo.